sexta-feira, 10 de outubro de 2008


Num instante

Parado e pensando em tudo que já fiz e deixei de fazer
Ás vezes quero jogar tudo por alto, ou não me mover
Cada sonho de infância que acreditei, você me tirou sem que eu vise á cor
Meus planos que roubado foi, quero correr todos os riscos.

Riscos e rabisco, pintando a vida como se fosse arte e brinquedo
Como brincar de sentir isso vai muito mais alem
Nesses momentos eu me perco em meus pensamentos me afogo
Pra onde foi meu afago, onde você me deixo, apenas onde foi?

Podia crer em tudo, ate me ser seu quisto
Mas meu caminho foi trilhado de forma obscuro
Meu cenário, fez-se como arte você sempre em cena
Tudo que criado por mim sei bem como será, abraços e depois um adeus

Meus dias foi dado e tirado, aberto com carinho e jogado com força bruta
Se foi, trancou a porta e se entregou ,não tinha amor apenas prazer
Ou será um momento de fuga ou alteridade, dentro dos planos
Mas que planos foram esses? Você ou nada de nos, pra sempre ou nunca?
Meus pensamentos foram resumidos e redigidos entre textos e madrugadas.

Um comentário:

Cléber Vaz disse...

Felipe está bom o conteúdo, acho que você acertou dessa vez, por mais que ainda temos esse mal de citar essas musas de porta de boteco (como diria meu pai) o texto está bom. Mas cuidado (digo muito cuidado) com as palavras, e da forma que são escritas e pontuadas. Lembre-se eis um poeta e atráves disso passa as emoções, então trate bem esse mecanismo tão sutil.