quarta-feira, 22 de outubro de 2008


As cegas de um amor

Olhando os faróis, pensando na vida com seus tempos
Observando com tudo tem de ser de formas tão bizarras
Observo maneiras e manias de como as pessoas levam a vida
Nada funciona na pratica somente na teoria, arte de falar

Cada tempo dito ou pensado não acontece como se pensa
No mundo em que vivemos os tempos
Foram jogados ao vento, perdido e sem forças
Frágil para estender os braços ao próximo, e amar.

Dera pudéssemos calcular e organizar e melhor cumpri los.
E não somente sonhar e observar, meu DEUS aonde vai esse
Mundo sem planos e sem amor jogados ao tempo e as desilusões
De não ter todo tempo do mundo, não em tempo real. Mas sofrido e vivido as presas.

Assim se vão nossas observações e descasos de tudo que não somos,
Somos todos medrosos a ponto de nunca saber o tempo de viver
Com intensidade, sabemos sim como não viver e encarar a vida,
Sem julgar vou viver meu sonho cego ou não vou seguir meu amor por ela.

Um comentário:

Anônimo disse...

Onde vamos parar??
ou será que naum paramos??
O que seria de nós se todos fossemos poetas..?
ótima reflexão Fee..~