domingo, 21 de setembro de 2008


Sem você , sem cura .

Você me deixa confuso ao me tocar.
Mas sem perceber nos entregamos, sem uma dose de retorno
Mergulhei em você e me afoguei na solidão.
Com tudo não me entrego facilmente.

Mas sempre me vejo em seus braços,
Posso negar, mas meu ser pede você
hesito com você na minha presença
me perco sem motivo ,só me acho em você.

Meu êxtase, minha insônia, meus velhos tempos ,
Sem que eu procure, já criei um medo.
Por isso meus dias se resumem em fugas.
Minha ausência me abstém de você, e não tenho minha cura.

Minha maior dificuldade, foi não resistira seus mistérios
Rasgo-me em pranto, por me deixar cair em seus braços,
Hoje vejo tudo que resistia, ter ido pelo ralo da pia, Ou vomitei tudo um leito de dor com letras e versos resumidos em linhas que hoje chamam de poesias.

3 comentários:

Cléber Vaz disse...

Bem explicito hem... Imagine se todos no mundo vomitassem poesías o munod teria mais folhas escritas do que barulhos de descarga, não acha?

Anônimo disse...

Depois dee ler tanta coisa bonita e assim tão beem explicada..
Fiqueii seem palavras a dizer..
não me resta palavra alguma..
mtoo linda Fê..!!

RegianaAparecida disse...

essa perfeita hein,não tinha lido,adoreiii,já sabe pra onde vai né rsrsrs...Re